terça-feira, 16 de setembro de 2008

LULA, DILMA E ROBERT(O) CIVITA DÃO O GRANDE GOLPE . TODOS UNIDOS PARA SALVAR DANTAS (E LULA). IMPEACHMENT !



O que Nassif denuncia dá impeachment
do Presidente da República

por Paulo Henrique Amorim

Máximas e Mínimas 1452

Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista

“O sol é o melhor desinfetante.”
(Autor anônimo)

. Pasme, caro leitor !

. Isso é caso de impeachment !

. O Presidente da República, o que tem medo, se alia a um quadrilheiro – Daniel Dantas – para “obstruir a Justiça”, “forjar provas” e, com a “BrOi”, montar o “caixa dois” da campanha de Dilma Rousseff à Presidência da República.

. O amigo leitor acha que o Nassif ficou louco ?

. Então, clique aqui para ler o que o Nassif já escreveu sobre a última flor do Fascio, a revista Veja e o dossiê que montou.

. Por que a Ministra Dilma Rousseff e o Ministro Fernando Haddad foram à “festa” dos 40 anos de Golpe da Veja ?

. Cadê o áudio da conversa entre Gilmar Mendes e Demóstenes Torres que a Veja achou na vala negra que corre na sua redação ?

. O amigo leitor acha que, depois do afastamento dos ínclitos Delegados Protógenes Queiroz e Paulo Lacerda; e da assinatura da patranha da BrOi” (clique aqui para ler sobre “el gran acuerdo” e clique aqui para ler sobre a representação com que entrei o Ministério Público Federal); o amigo leitor acha que, depois de tudo isso, o Presidente que tem medo não seria perfeitamente capaz de fazer o que o Nassif denuncia ?

Leia a seguir a grave denúncia de Nassif.

. Ainda há tempo para Dantas derrubar Lula.

. E clique aqui para ir ao site do Nassif.


Lula, Satiagraha e a Real Politik - por Luis Nassif


Atenção, um novo capítulo se abre para o caso Satiagraha.
O governo Lula acertou um acordo com a Editora Abril – e, por extensão, com Daniel Dantas – para anular a Operação Satiagraha. O acordo foi montado da seguinte maneira:
1. É impossível interferir nos trabalhos em andamento do Ministério Público Federal e do juiz De Sanctis. A ofensiva de Gilmar Mendes foi um tiro no pé.
2. A estratégia acertada consistirá em tentar anular o inquérito de Protógenes, no âmbito da Polícia Federal. A versão preparada é que o inquérito continha irregularidades que precisariam ser sanadas. E a Polícia Federal colocou seus homens de ouro para “salvar” o inquérito. O trabalho dos “homens de ouro, na verdade, será o de garantir a anulação do inquérito.
3. Ao mesmo tempo, o governo aproveitará o factóide dos 52 funcionários da ABIN que participaram da operação - uma ação de colaboração já prevista pelo Sistema Brasileiro de Inteligência - para consumar a degola de Paulo Lacerda. A matéria do Estadão de domingo, o da "demissão em off" estava correta. Sabe-se, internamente no governo, que a operação foi normal. Assim como se tem plena convicção de que o tal “grampo” entre Gilmar Mendes e Demóstenes Torres foi uma armação. Mas Lula se curvou à real politik.
4. De sua parte, jornais e jornalistas mais envolvidos com o jogo estão reforçando essa versão do “inquérito ilegal” e do messianismo do delegado Protógenes. A armação, agora, terá o reforço da concordância tácita do Palácio.
5. O pacto foi referendado pela Ministra-Chefe da Casa Civil Dilma Rousseff. O Ministro Tarso Genro foi o que se mostrou mais constrangido com a operação, mas acabou se curvando à força dos fatos. Com essa operação, Lula e Dilma passam a ser aceitos no grande salão nobre, pavimentando a candidatura da Ministra para as próximas eleições.
6. O seu principal adversário, José Serra, já é outro aliado que entrou à reboque da Editora Abril. Está pagando um preço caro, com a descaracterização do seu discurso político.
7. A bola, agora, está com o Ministério Público e o Juiz De Sanctis, que terão que trabalhar com essa nova peça do jogo: a intenção de se anular o inquérito.
Não sei por que, mas o evento da Abril me lembrou aquela cena épica de Francis Ford Copolla, o fecho do filme. Enquanto todos estão na grande ópera, os inimigos são fuzilados na calada da noite.
Na grande festa foram selados os destinos do delegado Protógenes e Paulo Lacerda, dois funcionários públicos cumpridores da lei. Anotem os nomes deles e os repassem para seus filhos e netos: foram dois brasileiros dignos, sacrificados por um jogo sujo.
É o fim da grande batalha pela instituição da legalidade no país? Longe disso. É apenas um novo capítulo. Tanto assim, que integrantes próximos ao jogo estão completamente incomodados, assim como vários colegas jornalistas, que entenderam que esse jogo de cena foi longe demais e está comprometendo a imagem da categoria como um todo.
Com tanta testemunha, tanto conflito de consciência, julgam ser possível varrer o elefante para debaixo do tapete? É muita falta de fé no estágio atual de desenvolvimento do país.

Fonte: Conversa Afiada

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