por Marcelo Salles
As primeiras informações da comissão que investiga as dezoito mortes no 11 de setembro boliviano foram divulgadas neste domingo, 28 de setembro. De acordo com a Agência Bolivariana de Informação, os depoimentos dos sobreviventes e do principal acusado, além das autópsias, apontam para um massacre planejado e não um enfrentamento. Leia aqui a notícia na íntegra, em espanhol.
Será que a partir de agora as corporações brasileiras de mídia vão parar de usar o termo "confronto"? Será que vão abandonar o jargão "conflito entre governo e oposição deixa 18 mortos"? Se não, será que pelo menos irão considerar a versão oficial do governo boliviano, eleito democraticamente pelo povo boliviano?
A postura do governo de Evo Morales Ayma deu um nó tanto nos golpistas quanto em seus porta-vozes. Ao prender o governador de Pando, Leopoldo Fernández, e ao não reagir com a violência das armas, Morales desarticulou as intenções do inimigo - que segundo quatro deputados do MAS (partido de Evo) está articulado com o governo dos EUA. Na lógica golpista, quanto mais sangue melhor para desestabilizar o país e pavimentar o caminho para a tomada do poder.
Fonte: Fazendo Media
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