por Luis Nassif
A pressa com que algumas pessoas afirmam que:
1. O inquérito Satiagraha será anulado porque Protógenes conseguiu auxílio externo.
2. Logo a culpa de Daniel Dantas sair ileso é do Protógenes
chama a atenção por duas coisas.
Por que já aceitaram, sem maiores consultas, a tese da anulação do inquérito? Qual a base legal, sem saber o grau de envolvimento do agente aposentado? Por que tentam transformar em fato consumado?
Essa é a questão.
O segundo ponto é a maratona para invalidar o processo. Olha só a ginástica:
1. Primeiro a Veja levanta a história do grampo imediatamente endossada por Gilmar Mendes como sendo da ABIN. A intenção de colocar a ABIN no fogo era clara: fortalecer o diretor da PF, em conflito com a antiga diretoria.
2. Nenhuma prova é apresentada, nenhum documento, nenhuma dica. No meio do caminho outra publicação envolvida com Dantas continua a matéria: o tal espião. Aí se descobre que não era da ABIN e estava trabalhando na PF.
3. A ABIN deixa de ser o álibi, que converge para o espião - que ainda nem se sabe o que efetivamente fez. Gilmar Mendes, com a ponderação que se exige dos magistrados, deixa de acusar a ABIN e diz que várias hipóteses estão sendo investigadas.
A fábula da raposa e da ovelha é história infantil perto do grotesco dessa armação.
Fonte: Blog do Nassif
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