Jobim: Napoleão ou Pinóquio ?
por Paulo Henrique Amorim
Máximas e Mínimas 1413
Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista
“O sol é o melhor desinfetante.”
(Autor anônimo)
. O general Enzo Martins Peri, Comandante do Exército, subordinado ao Ministro de Tudo, Nelson Jobim, desmentiu cabalmente o Ministro de Tudo.
. Segundo a Folha (da Tarde *), o Ministro de Tudo disse ao Presidente que tem medo que a Abin tinha contrabandeado uma máquina para grampear (clique aqui para ler).
. O general Enzo diz no Globo de hoje (clique aqui para ler) que Jobim mentiu para o Presidente da República.
. Logo, Jobim, que desempenha freqüentemente o papel de Napoleão de hospício, fez para o Presidente da República o papel de Pinóquio.
. Clique aqui para ver Jobim no papel de Napoleão de hospício.
. Há várias maneiras de consertar essa história.
. Jobim desmentir a Folha (da Tarde *) e o Presidente Lula tirar o ínclito Delegado Dr. Paulo Lacerda da geladeira.
. O Ministro de Tudo demitir o general Enzo.
. Ou o Ministro de Tudo ser demitido pelo Presidente que tem medo.
. O episódio exposto pelo PiG, na Folha (da Tarde *) e no Globo, é o reflexo do caos institucional em que o quadrilheiro Daniel Dantas jogou o Brasil.
(*) Já estava na hora de a Folha tirar os cães de guarda do armário e confessar, como fez a Folha, que foi “Cão de Guarda” do regime militar. Instigado pelo Azenha – clique aqui para ir ao Viomundo – acabei de ler o excelente livro “Cães de Guarda – jornalistas e censores do AI-5 à Constituição de 1989”, de Beatriz Kushnir, Boitempo Editorial, que trata das relações especiais da Folha (e a Folha da Tarde) com a repressão dos anos militares. Octavio Frias Filho, publisher da Folha (da Tarde), não quis dar entrevista a Kushnir.
Fonte: Conversa Afiada
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