segunda-feira, 8 de setembro de 2008

“CAOSAÉREO”: A CULPA FOI DOS PILOTOS



Chauí viu tudo. Viu até o papel
que os “colonistas” desempenhavam

por Paulo Henrique Amorim

Máximas e Mínimas 1416

Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista

“O sol é o melhor desinfetante.”
(Autor anônimo)

. O jornal “Agora” publica nesta sexta-feira, na pág. A-3, reportagem de Tahiane Stochero: “Laudo aponta as falhas na tragédia da TAM: investigação diz que pilotos se confundiram com freio na asa” (clique aqui para acessar o site do Agora).

. Stochero diz que teve acesso aos laudos do Instituto de Criminalística e do Centro de Prevenção e Investigação de Acidentes Aeronáuticos.

. A conclusão é: “os pilotos mantiveram um manete na posição errada (em ‘climb’, de aceleração), porque se confundiram ao perceber que os ‘spoilers’ (sistema de freios localizado nas asas) não funcionavam”.

. O amigo leitor se lembra do “caosaéreo”.

(*) Clique aqui para ler o que diz o verbete “caosaéreo”.

. Foi a tentativa do PiG de instalar o caos no país e responsabilizar o Presidente Lula.

. Miriam Leitão – por que a Miriam Leitão não fala mais de Economia ? Sinto falta disso ... – entrava por telefone na CBN para descrever o caos no aeroporto em que se encontrava.

. (Eliane Cantanhêde também contribuiu de forma decisiva para a instalação do “caosaéreo”, depois da tragédia da TAM. Mas, a obra-prima de Cantanhêde foi responsabilizar o Presidente Lula pelo crime de não ter ligado o transponder do avião Legacy que se chocou com o avião da Gol ...)

. Rodrigo Boccardi fez inesquecível reportagem no jornal nacional para demonstrar que a culpa da tragédia da TAM era de uma moeda de um Real, que, misturada à chuva, provocava derrapagens fatais na pista de Congonhas.

. O presidente eleito José Serra saiu às pressas da treva em que vive para anunciar a construção de três aeroportos, nove Vias Dutra.

. Inesquecível.

. O Presidente Lula, que já dava sinais de se transformar no Presidente que tem medo, convocou para ministro dos Aeroportos o super-tucano Nelson Jobim, que dividia o apartamento em Brasília com o presidente eleito José Serra.

. Tanto assim que o furo da nomeação de Jobim foi da Colona “Painel”, da Folha (da Tarde *), onde José Serra merece tratamento VIP.

. Jobim chegou já vestido de bombeiro, como um general Patton de filme dos “Trapalhões”.

. Fez uma inspeção em Congonhas e até hoje não mudou nada do que havia antes.

. Jobim passou a ser, então, o Ministro de Tudo: vai à reunião em que Lula e Abelardo Jurema, o Ministro da Justiça, se ajoelham diante do Supremo Presidente Gilmar Mendes; vai à reunião em que Lula renuncia a mandar na Abin; e, agora, Jobim se enrola na “máquina”, a tal “máquina”, “caixa” que teria feito a gravação que ninguém ainda ouviu ...

. Diante da reportagem do Agora, e da comprovação de que o responsável pela tragédia não foi o Presidente Lula, o Conversa Afiada tem o prazer de reproduzir entrevista que fez, na época da tragédia da TAM, sobre o “caosaéreo”, com a professora Marilena Chauí.

. Leia “A Invenção da Crise”:

A invenção da crise
Marilena Chauí


Era o fim da tarde. Estava num hotel-fazenda com meus netos e
resolvemos ver jogos do PAN-2007. Liguei a televisão e "caí" num
canal que exibia um incêndio de imensas proporções enquanto a voz de
um locutor dizia: "o governo matou 200 pessoas!". Fiquei estarrecida
e minha primeira reação foi típica de sul-americana dos anos
1960: "Meu Deus! É como o La Moneda e Allende! Lula deve estar
cercado no Palácio do Planalto, há um golpe de Estado e já houve 200
mortes! Que vamos fazer?". Mas enquanto meu pensamento tomava essa
direção, a imagem na tela mudou. Apareceu um locutor que
bradava: "Mais um crime do apagão aéreo! O avião da TAM não tinha
condições para pousar em Congonhas porque a pista não está pronta e
porque não há espaço para manobra! Mais um crime do governo!". Só
então compreendi que se tratava de um acidente aéreo e que o locutor
responsabilizava o governo pelo acontecimento.
Fiquei ainda mais perplexa: como o locutor sabia qual a causa do
acidente, se esta só é conhecida depois da abertura da caixa preta do
avião? Enquanto me fazia esta pergunta e angustiada desejava saber o
que havia ocorrido, pensando no desespero dos passageiros e de suas
famílias, o locutor, por algum motivo, mudou a locução: surgiram
expressões como "parece que", "pode ser que", "quando se souber o que
aconteceu". E eu me disse: mas se é assim, como ele pôde dizer, há
alguns segundos, que o governo cometeu o crime de assassinar 200
pessoas?
Mudei de canal. E a situação se repetia em todos os canais:
primeiro, a afirmação peremptória de que se tratava de mais um
episódio da crise do apagão aéreo; a seguir, que se tratava de mais
uma calamidade produzida pelo governo Lula; em seguida, que não se
sabia se a causa do acidente havia sido a pista molhada ou uma falha
do avião. Pessoas eram entrevistadas para dizer (of course) o que
sentiam. Autoridades de todo tipo eram trazidas à tela para explicar
porque Lula era responsável pelo acidente. ETC.
Mas de todo o aparato espetacular de exploração da tragédia e de
absoluto silêncio sobre a empresa aérea, que conta em seu passivo com
mais de 10 acidentes entre 1996 e 2007 (incluindo o que matou o
próprio dono da empresa!), o que me deixou paralisada foi o instante
inicial do "noticiário", quando vi a primeira imagem e ouvi a
primeira fala, isto é, a presença da guerra civil e do golpe de
Estado. A desaparição da imagem do incêndio e a mudança das falas nos
dias seguintes não alteraram minha primeira impressão: a grande mídia
foi montando, primeiro, um cenário de guerra e, depois, de golpe de
Estado. E, em certos casos, a atitude chega ao ridículo,
estabelecendo relações entre o acidente da TAM, o governo Lula, Marx,
Lênin e Stálin, mais o Muro de Berlim!!!

1) Que papel desempenhou a mídia brasileira – especialmente a
televisão – na "crise aérea" ?

Meu relato já lhe dá uma idéia do que penso. O que mais impressiona
é a velocidade com que a mídia determinou as causas do acidente,
apontou responsáveis e definiu soluções urgentes e drásticas!
Mas acho que vale a pena lembrar o essencial: desde o governo
FHC, há o projeto de privatizar a INFRAERO e o acidente da GOL, mais
a atitude compreensível de auto-proteção assumida pelos controladores
aéreos foi o estopim para iniciar uma campanha focalizando a
incompetência governamental, de maneira a transformar numa verdade de
fato e de direito a necessidade da privatização. É disso que se trata
no plano dos interesses econômicos.
No plano político, a invenção da crise aérea simplesmente é mais
um episódio do fato da mídia e certos setores oposicionistas não
admitirem a legitimidade da reeleição de Lula, vista como ofensa
pessoal à competência técnica e política da auto-denominada elite
brasileira. É bom a gente não esquecer de uma afirmação paradigmática
da mídia e desses setores oposicionistas no dia seguinte às
eleições: "o povo votou contra a opinião pública". Eu acho essa
afirmação o mais perfeito auto-retrato da mídia brasileira!
Do ponto de vista da operação midiática propriamente dita, é
interessante observar que a mídia:

a) não dá às greves dos funcionários do INSS a mesma relevância que
recebem as ações dos controladores aéreos, embora os efeitos sobre as
vidas humanas sejam muito mais graves no primeiro caso do que no
segundo. Mas pobre trabalhador nasceu para sofrer e morrer, não é? Já
a classe média e a elite... bem, é diferente, não? A dedicação quase
religiosa da mídia com os atrasos de aviões chega a ser comovente...
b) noticiou o acidente da TAM dando explicações como se fossem favas
contadas sobre as causas do acontecimento antes que qualquer
informação segura pudesse ser transmitida à população. Primeiro,
atribuiu o acidente à pista de Congonhas e à Infraero; depois aos
excessos da malha aérea, responsabilizando a ANAC; em seguida, depois
de haver deixado bem marcada a responsabilidade do governo, levantou
suspeitas sobre o piloto (novato, desconhecia o AIRBUS, errou na
velocidade de pouso, etc.); passou como gato sobre brasas acerca da
responsabilidade da TAM; fez afirmações sobre a extensão da pista
principal de Congonhas como insuficiente, deixando de lado, por
exemplo, que a de Santos Dumont e Pampulha são menos extensas;
c) estabeleceu ligações entre o acidente da GOL e o da TAM e de ambos
com a posição dos controladores aéreos, da ANAC e da INFRAERO,
levando a população a identificar fatos diferentes e sem ligação
entre si, criando o sentimento de pânico, insegurança, cólera e
indignação contra o governo Lula. Esses sentimentos foram aumentados
com a foto de Marco Aurélio Garcia e a repetição descontextualizada
de frases de Guido Mântega, Marta Suplicy e Lula;
d) definiu uma cronologia para a crise aérea dando-lhe um começo no
acidente da GOL, quando se sabe que há mais de 15 anos o setor aéreo
vem tendo problemas variados; em suma, produziu uma cronologia que
faz coincidir os problemas do setor e o governo Lula;
e) vem deixando em silêncio a péssima atuação da TAM, que conta em
seu passivo com mais de 10 acidentes, desde 1996, três deles
ocorridos em Congonhas e um deles em Paris – e não dá para dizer que
as condições áreas da França são inadequadas! A supervisão dos
aparelhos é feita em menos de 15 minutos; defeitos são considerados
sem gravidade e a decolagem autorizada, resultando em retornos quase
imediatos ao ponto de partida; os pilotos voam mais tempo do que o
recomendado; a rotatividade da mão de obra é intensa; a carga excede
o peso permitido (consta que o AIRBUS acidentado estava com excesso
de combustível por haver enchido os tanques acima do recomendado
porque o combustível é mais barato em Porto Alegre!); etc.
f) não dá (e sobretudo não deu nos primeiros dias) nenhuma atenção ao
fato de que Congonhas, entre 1986 e 1994, só fazia ponte-aérea e, sem
mais essa nem aquela, desde 1995 passou a fazer até operações
internacionais. Por que será? Que aconteceu a partir de 1995?
g) não dá (e sobretudo não deu nos primeiros dias) nenhuma atenção ao
fato de que, desde os anos 1980, a exploração imobiliária (ou o
eterno poder das construtoras) verticalizou gigantesca e
criminosamente Moema, Indianópolis, Campo Belo e Jabaquara. Quando
Erundina foi prefeita, lembro-me da grande quantidade de edifícios
projetados para esses bairros e cuja construção foi proibida ou
embargada, mas que subiram aos céus sem problema a partir de 1993.
Por que? Qual a responsabilidade da Prefeitura e da Câmara Municipal?

2) Como a sra. avalia a reação do Governo Lula à atuação da mídia
nesse episódio ?

Fraca e decepcionante, como no caso do mensalão. Demorou para se
manifestar. Quando o fez, se colocou na defensiva.

O que teria sido politicamente eficaz e adequado?

Já na primeira hora, entrar em rede nacional de rádio e
televisão e expor à população o ocorrido, as providências tomadas e a
necessidade de aguardar informações seguras.
Todos os dias, no chamado "horário nobre", entrar em rede
nacional de rádio e televisão, expondo as ações do dia não só no
tocante ao acidente, mas também com relação às questões aéreas
nacionais, além de apresentar novos fatos e novas informações,
desmentindo informações incorretas e alertando a população sobre isso.
Mobilizar os parlamentares e o PT para uma ação nacional de
informação, esclarecimento e refutação imediata de notícias
incorretas.

3) Em "Leituras da Crise", a sra. discute a tentativa do impeachment
do Presidente na chamada "crise do mensalão". Há sra. vê sinais de
uma nova tentativa de impeachment ?

Sim. Como eu disse acima, a mídia e setores da oposição política
ainda estão inconformados com a reeleição de Lula e farão durante o
segundo mandato o que fizeram durante o primeiro, isto é, a tentativa
contínua de um golpe de Estado. Tentaram desestabilizar o governo
usando como arma as ações da Polícia Federal e do Ministério Público
e, depois, com o caso Renan (aliás, o governador Requião foi o único
que teve a presença de espírito e a coragem política para indagar
porque não houve uma CPI contra o presidente FHC, cuja história
privada, durante a presidência, se assemelhou muito à de Renan
Calheiros). Como nenhuma das duas tentativas funcionou, esperou-se
que a "crise aérea" fizesse o serviço. Como isso não vai acontecer,
vamos ver qual vai ser a próxima tentativa, pois isso vai ser assim
durante quatro anos.

4) No fim de "Simulacro e Poder" a sra. diz: "... essa ideologia
opera com a figura do especialista. Os meios de comunicação não só se
alimentam dessa figura, mas não cessam de instituí-la como sujeito da
comunicação ...Ideologicamente ... o poder da comunicação de massa
não é igual ou semelhante ao da antiga ideologia burguesa, que
realizava uma inculcação de valores e idéias. Dizendo-nos o que
devemos pensar, sentir, falar e fazer, (a comunicação de massa)
afirma que nada sabemos e seu poder se realiza como intimidação
social e cultural... O que torna possível essa intimidação e a
eficácia da operação dos especialistas ... é ... a presença
cotidiana ... em todas as esferas da nossa existência ... essa
capacidade é a competência suprema, a forma máxima de poder: o de
criar realidade. Esse poder é ainda maior (igualando-se ao divino)
quando, graças a instrumentos técnico-cientificos, essa realidade é
virtual ou a virtualidade é real..." Qual a relação entre esse trecho
de "Simulacro e Poder" e o que se passa hoje ?

Antes de me referir à questão do virtual, gostaria de enfatizar
a figura do especialista competente, isto é, daquele é supostamente
portador de um saber que os demais não possuem e que lhe dá o direito
e o poder de mandar, comandar, impor suas idéias e valores e dirigir
as consciências e ações dos demais. Como vivemos na
chamada "sociedade do conhecimento", isto é, uma sociedade na qual a
ciência e a técnica se tornaram forças produtivas do capital e na
qual a posse de conhecimentos ou de informações determina a
quantidade e extensão de poder, o especialista tem um poder de
intimidação social porque aparece como aquele que possui o
conhecimento verdadeiro, enquanto os demais são ignorantes e
incompetentes. Do ponto de vista da democracia, essa situação exige o
trabalho incessante dos movimentos sociais e populares para afirmar
sua competência social e política, reivindicar e defender direitos
que assegurem sua validade como cidadãos e como seres humanos, que
não podem ser invalidados pela ideologia da competência tecno-
científica. E é essa suposta competência que aparece com toda força
na produção do virtual.
Em "Simulacro e poder" em me refiro ao virtual produzido pelos
novos meios tecnológicos de informação e comunicação, que substituem
o espaço e o tempo reais – isto é, da percepção, da vivência
individual e coletiva, da geografia e da história – por um espaço e
um tempo reduzidos a um única dimensão; o espaço virtual só possui a
dimensão do "aqui" (não há o distante e o próximo, o invisível, a
diferença) e o tempo virtual só possui a dimensão do "agora" (não há
o antes e o depois, o passado e o futuro, o escoamento e o fluxo
temporais). Ora, as experiências de espaço e tempo são determinantes
de noções como identidade e alteridade, subjetividade e objetividade,
causalidade, necessidade, liberdade, finalidade, acaso, contingência,
desejo, virtude, vício, etc. Isso significa que as categorias de que
dispomos para pensar o mundo deixam de ser operantes quando passamos
para o plano do virtual e este substitui a realidade por algo outro,
ou uma "realidade" outra, produzida exclusivamente por meios
tecnológicos. Como se trata da produção de uma "realidade", trata-se
de um ato de criação, que outrora as religiões atribuíam ao divino e
a filosofia atribuía à natureza. Os meios de informação e comunicação
julgam ter tomado o lugar dos deuses e da natureza e por isso são
onipotentes – ou melhor, acreditam-se onipotentes. Penso que a mídia
absorve esse aspecto metafísico das novas tecnologias, o transforma
em ideologia e se coloca a si mesma como poder criador de realidade:
o mundo é o que está na tela da televisão, do computador ou do
celular. A "crise aérea" a partir da encenação espetacularizada da
tragédia do acidente do avião da TAM é um caso exemplar de criação
de "realidade".
Mas essa onipotência da mídia tem sido contestada socialmente,
politicamente e artisticamente: o que se passa hoje no Iraque, a
revolta dos jovens franceses de origem africana e oriental, o
fracasso do golpe contra Chavez, na Venezuela, a "crise do mensalão"
e a "crise aérea", no Brasil, um livro como "O apanhador de pipas"
ou um filme como "Filhos da Esperança" são bons exemplos da
contestação dessa onipotência midiática fundada na tecnologia do
virtual.


Pedi à professora Marilena Chauí para responder a essas três
perguntas para usar no curso sobre "Telejornalismo" que dou, no
momento, na Casa do Saber, em São Paulo.
(
http://www.casadosaber.com.br/)
Esse texto entra no ar, aqui no iG, no Conversa Afiada, ao mesmo
tempo em que os alunos do curso recebem uma cópia.
Os livros citados são: "Leituras da Crise"- "Diálogos sobre o
PT, a Democracia Brasileira e o Socialismo", Editora Fundação Perseu
Abramo, São Paulo, 2006, com entrevistas também de Leonardo Boff,
João Pedro Stedile e Wanderley Guilherme dos Santos; e "Simulacro e
Poder" – Uma Análise da Mídia" – Marilena Chauí, Editora Fundação
Perseu Abramo, São Paulo, 2006. (PHA)

(*) Já estava na hora de a Folha tirar os cães de guarda do armário e confessar, como fez a Folha, que foi “Cão de Guarda” do regime militar. Instigado pelo Azenha – clique aqui para ir ao Viomundo – acabei de ler o excelente livro “Cães de Guarda – jornalistas e censores do AI-5 à Constituição de 1989”, de Beatriz Kushnir, Boitempo Editorial, que trata das relações especiais da Folha (e a Folha da Tarde) com a repressão dos anos militares. Octavio Frias Filho, publisher da Folha (da Tarde), não quis dar entrevista a Kushnir.

Clique aqui para ler "Grampo: cadê a prova material ?"

Clique aqui para ler “cadê a gravação ?"

Fonte: Conversa Afiada

Enquete:

O Presidente Lula perdeu o comando da Abin. A Agência vai ser controlada por uma comissão de sete ouviudores. A decisão foi do presidente do Senado Garibaldi Alves e do Supremo Presidente do STFGilmar Mendes (clique aqui para ler). Afinal de contas, quem é o homem mais poderoso do Brasil?



Share/Save/Bookmark

Um comentário:

Anônimo disse...

Frota! E a VArig, Vasp, Transbrasil?!? o que fazem, ou melhor, não fazem nossos governantes e executivos, hein?!

O texto da filósofa é a verdade! E prefiro que ela me destrua, a viver de mentiras... mas a arte é melhor!

por isso vôo.. dizem que é uma arte também... porque tem que estar preparado para cair... ;)

Portal Meio Aéreo - Comissários de Bordo