“Dirigentes da Receita veem “ruptura” e entregam cargos. A decisão do grupo (doze integrantes da cúpula) provocou efeito em cascata noutros níveis da Receita, o que ameaça paralisar o Fisco.”
Saiu na primeira página do Globo
“Dirigentes se rebelam (sic) contra ingerência política na Receita.”
Saiu na primeira página do Estadão
“Mudanças provocam rebelião (sic) na Receita”
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por Paulo Henrique AmorimVamos ver a “rebelião”.Vamos ver que fiscais da Receita pegam em armas e marcham rumo ao Palácio do Planalto. Com o Rodolfo Fernandes, o Gandour e o Octavinho – clique aqui para ler “O PiG tem cara” – à frente. Enquanto isso, amigo navegante, pare de pagar impostos para ver o que é bom para a tosse. Essa é a “crise“ da semana, sequela da “crise da Dra Lina.”. A propósito da Dra Lina dê uma olhada em quem é o Espírito Santo de orelha dela:
A ex-secretária da Receita, Lina Vieira, consultou duas vezes o senador José Agripino Maia uma semana antes dela depor na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. A propósito, leia também a reportagem de Cynara Menezes, na Carta Capital desta semana, sobre a “crise da Dra Lina” e o fatídico dia 19 de dezembro E veja que o demo-tucano Agripino Maia está lá de corpo inteiro. Veja também que o Agripino Maia esteve em São Paulo com Zé Pedágio uma semana antes de a Folha(*) (a Folha !, amigo navegante) publicar o “encontro” de Lina com Dilma. Era um encontro secreto e, por isso, não podia haver registro no Palácio do Planalto, foi o argumento furioso usado hoje no “Bom (?) Dia Brasil” pelo Alexandre Maluf Garcia: PHA – Voce viu o Bom Dia Brasil hoje? Pelo amor dos meus filhinhos, pede pra algum internauta resgatar o INCRÍVEL exercício de lógica do Alexandre Garcia ao falar sobre a “inexigibilidade de Lina provar que se encontrou com a Dilma”. Estivesse eu na minha casa, e não num restaurante de hotel, eu teria soltado um sonoro palavrão! Foi inacreditável, bárbaro, nem sei qual adjetivo usar… Vale à pena resgatar o texto e colocar no blog… . É o que diz o amigo navegante Paulo Akira . O amigo navegante Paulo deve lembrar que durante o pelotão de fuzilamento a que o programa Roda Morta da TV Cultura submeteu o ínclito delegado Protógenes Queiroz, Lillian Witte Fibe usou um argumento da mesma qualidade: a Veja não disse que tinha o áudio do grampo do Gilmar Dantas (**), logo o grampo não tem áudio. . O Jô deveria chamar o Alexandre Maluf Garcia para fazer parte daquele quadro, ao lado da Lillian … Aqui você lê a reportagem-bomba da Caros Amigos sobre quem é Agripino Maia |
Em tempo: a colonista (***) Renata Lo Prete, da Folha (*), da seção “Painel”, engendra outra rebelião. Agora, uma para incompatibilizar o novo Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, com o Conselho Nacional do Ministério Público. Gilmar Dantas (**) deve estar felicíssimo com essa rebelião também.
(*)Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele acha da investigação, da “ditabranda”, do câncer do Fidel, da ficha falsa da Dilma, de Aécio vice de Serra, e que nos anos militares emprestava os carros de reportagem aos torturadores.
(***) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG (****) que combatem na milícia para derrubar o presidente Lula. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.
(****) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
Fonte: Conversa Afiada::

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