por Mino Carta
Ao dizer em Roma que o próximo presidente da República será mulher, Lula lançou a candidatura de Dilma Rousseff. A escolha foi vaticinada em primeiro lugar neste blog, tão logo começou o segundo mandato do ex-metalúrgico. Modestamente. Achava então que a chefe da Casa Civil seria, no mínimo, candidata interessante. Pelo caminho surgiram-me umas dúvidas. Não gosto, por exemplo, da fusão que consagra a BrT-Oi com a grana do BNDES, pela qual Dilma empenhou-se a fundo. Não creio que a operação seja feita a favor do Brasil, e sim de dois pobretões chamados Sergio Andrade e Carlos Jereissati, e de outros interesses não melhor especificados. Diga-se que me pego frequentemente de olhos marejados ao meditar sobre o destino infeliz dos cavalheiros acima. Andrade, aliás, contribuiu de forma generosa para o êxito da campanha do PT à reeleição e Jereissati é sócio do filho do nosso presidente na firma deste. Conflito de interesses? No Brasil, é rotina, faz parte do script.
Fonte: Blog do Mino
::

Nenhum comentário:
Postar um comentário